E ele sentia que não podia mais se sustentar em cordas bambas que na verdade só lhe serviam mesmo como um chá frio e aperto nos dias dias mais chuvosos, nublados e tão frio que mal conseguia se movimentar.
Mas ele, com seu próprio núcleo inspirador seguia a diante, temendo, atento, ousando não se perguntar o por que.

E toda essa frieza, esses palpitares e sorrisos que são puxados lá do íntimo do seu ser, visionário e estático.

Requebrando-se em um rítimo caótico sem coordenação ou pulsar.
E na distância prolongada de uma pseudo-essência magistral,
recriada,
inexistente

ausente, presente
constante, falante.
Mudas em mudas que mudam o nada afinal.

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